jctp

já não sei escrever. nunca soube escrever. não para ti, pelo menos.

Sim, seria assim que começarias o teu post, se de facto ainda escrevesses. Apaixonei-me por ti antes de te conhecer, ou melhor, antes de te ver. Conheci-te, ou conheci parte de ti, ou imaginei conhecer parte de ti, através das tuas palavras. E vibrei com elas e chorei quando apagaste tudo e saltei montes de fronteiras... e não, não rasguei a pele nem sangrei dos pulsos.

Onde estás tu agora? Ou melhor, onde está aquele teu "eu" agora? Sabes, nunca fui tão feliz e ainda nem sequer experimentámos 1/4 das posições do Kamasutra, mas tenho saudades dele. E quando me tocas é ele por vezes que me toca também. Oh! Grita, por favor, grita agora! E escreve sangue e esperma e violação na parede e depois Buda, Capitalismo e Platão. E chora, chora também. Vá aparece, cabrão! Coleccionador de borboletas...

3 comentários:

Le disse...

O amor não existe, mas é bom que ainda tenham pessoas que acreditem nele. Enfim... achei teu blog numa busca no google e adorei o modo como escreves. Espero que volte a atualizar.
Beijo.

tst oproprio disse...

uma torre de palavras saiu brilhante e cromada da escuridão do blog
como a lente de uma câmara girando com um ligeiro zumbido de alma
os sons de uma solidão cheia com
multidões
o som da vida passada no negro pavimento do blog
um som quente, ardente....
rester

Anónimo disse...

Amei , bem propicio pro meu monmento, as vezes me pergunto porq as pessoas mudam tanto com o tempo, pra onde se foi todo aquele encanto e amor que tinhamos um pelo outro.
infelizmente só ficaram as magoas o derespeito e a saudade do tempo q já se foi.
com amor LB